– O impasse: Na contratação do volante Alysson, de 32 anos, do São Paulo pelo Corinthians, não está relacionada somente ao pagamento de R$ 1 milhão pelo empréstimo. A cúpula corintiana colocou “na ponta da caneta” e viu que o jogador poderia custar, ao final do contrato (caso atingisse as metas de participação em jogos), um valor próximo a R$ 20 milhões. É aí “que o bicho estava pegando”…


Luquinha chip (11) foi o artilheiro com 15 gols e Rato (06) eleito o melhor lateral esquerdo da competição pelo 5º ano seguido; ambos foram campeões pôr Sapopema no Quarentinha em Ibaiti/PR neste final de semana
– Mano Menezes é o novo treinador da seleção peruana.
– Luquinha Chip e o versátil lateral Rato foram campeões do Quarentinha em Ibaiti neste final de semana pela equipe de Sapopema. Chip foi o artilheiro do certame com 15 gols e Rato foi eleito o melhor lateral-esquerdo da competição pelo 5º ano seguido.
– Depois de 12 anos, o Botafogo de Ribeirão venceu o Palmeiras: 1×0 neste domingo pelo Paulista. O Verde volta a campo dia 04/fev (quarta-feira), às 21h30, contra o Vitória, em Barueri, pelo Brasileiro.
– O meu Peixe levou mais uma sapecada! Perdeu de 2×0 para o São Paulo no Morumbi. O técnico Vojvoda balança. O Peixe é o 14º, com 2 pontos à frente do Velo Clube, penúltimo colocado. Quarta-feira, dia 4, às 20h, o Peixe pega o São Paulo na Vila, desta vez pelo Brasileirão.
– R$ 263 milhões… e Lucas Paquetá chega no Mengão!
– Neste próximo domingo (08/fev), o time da Vila São Pedro pega o Pindorama de Siqueira Campos pelo jogo da volta da Mini Copa, no campo do São Bento, às 15h.
– Dizem que o goleiro Cássio teve que ir correndo para o banheiro durante o jogo contra o Betim neste domingo. O pessoal ficou esperando ele voltar para que o jogo continuasse. Foi engraçado!
– Como o nível da arbitragem no Brasil é “dolorido de ruim”. Existem 2 ou 3 que são diferentes: Klaus, Marcelo de Lima Henrique e a Daiane Muniz me agradam. Neste último sábado, assistindo a São Paulo x Santos, deu pena de ver a falta de personalidade do Sr. João Vitor Gobi; segunda vez que o vejo apitando e, nas duas, deixou a desejar. Não só ele, como a maioria são árbitros que não se impõem. É uma reclamação atrás da outra, toda hora sendo cercados por jogadores… chega a dar nojo. Assisti a dois jogos da Daiane Muniz e me impressionei! Sempre bem colocada, não marca qualquer falta (não fica picando o jogo igual à maioria), deixa o jogo correr e, principalmente, tem personalidade e se impõe em campo.
– A vitória contra o lanterna Betim por 1×0 “na bacia das almas” deu um respiro para o técnico Tite no Cruzeiro. Antes, eram 6 jogos e 4 derrotas.
– Lá na equipe da Dog Brasil (que disputa o campeonato no Guaíra Clube de Campo), conversando com o presidente Gustavo Silva, ele me disse que os únicos intocáveis na equipe são o lateral Serginho (S10), o meia Sauer e o polivalente zagueiro multicampeão Neto Lordani. – O zagueiro Eduardo (Duzão da Néia), que estava emprestado para a fraca e limitada equipe do Amigos do Binga no ano passado, foi devolvido. Duzão deve fazer parte do elenco da Dog Brasil para este ano. O goleiro Maconha foi contratado!
– O atacante Jonatham Cesco (popular Gotinha Jr.) e o goleiro Banana também rescindiram com a Dog Brasil. Estão agora na equipe Bitech/Sofalar.
– O atacante Xaropinho (proprietário da Film Car aqui em Bandeirantes) diz ter propostas de 6 das 7 equipes que irão disputar o campeonato lá no Guaíra. Conversando com seu irmão, empresário e procurador, o Batoré, o mesmo confirmou a informação.
– O atacante e vereador Carlão Demício me disse que integrou as categorias de base do Matsubara em 1987, se não me engano. Não temos fotos nem vídeos do fato, mas fica aqui o relato.
– O ex-árbitro Edilson Pereira de Carvalho, envolvido nos escândalos de 2005, disse que aquilo “acabou com a sua vida”. Ele relata que estava no auge da carreira, com grandes chances de ir à Copa do Mundo. Diz que a esposa se separou dele, a filha não fala com ele e que pensou em se matar por três vezes. Poucos lhe dão emprego e, quando consegue, ao ser reconhecido, não permanece por muito tempo. Conta que, quando ficou preso pela Polícia Federal por cinco dias, esteve na cela ao lado do ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, que ao reconhecê-lo, bateu palmas e o parabenizou, agradecendo pelo fato de Edilson ser agora o foco da imprensa, desviando a atenção do político.
– O Corinthians enfiou 2 no Mengão (gols de Gabriel Paulista e Yuri Alberto) e levou a Supercopa do Brasil neste domingo. O Dorival Jr. é “o cara”. O homem entende de jogo único, de ida e volta e por aí vai. Colocou o poderoso Mengão no bolso. Quinta-feira, dia 5, às 20h30, o Timão pega o Capivariano pelo Paulistão na Neo Química Arena.
– O Palmeirinhas acabou eliminado do Cinquentinha lá em Ourinhos (SP) neste domingo. Perdeu para a equipe de Fartura por 5×2.
QUE FIM LEVOU?

Começou no União Bandeirante em 2002, ficando até o ano seguinte. Em 2004, foi para o Matsubara, onde foi pré-convocado para a Seleção Brasileira de base. Na sequência, teve a oportunidade de ir para o Corinthians, Flamengo e Grêmio, optando pelo time gaúcho, onde ficou entre 2005 e 2010. Teve passagens também por Red Bull e Barra do Garças (MT).
Depois, foi para o Goiás, permanecendo de 2010 até 2016. Atuou também no América-MG e no futebol do Catar por 2 anos. Jogou ainda na Aparecidense (GO), Anápolis (GO), América-RJ, Juventus de Jaraguá do Sul (SC), Goiânia (GO) e Rio Branco (AC). Começou a carreira aos 12 anos e a encerrou aos 34.

Foi tricampeão gaúcho júnior, campeão mundial júnior na Itália e campeão brasileiro sub-20 com o Tricolor Gaúcho. Profissionalmente, foi campeão gaúcho com o Grêmio, bicampeão goiano e campeão brasileiro da Série B com o Goiás, além de campeão carioca da Série B com o América-RJ. Wallyson é filho da queridíssima e simpaticíssima dona Gislaine, professora. Atualmente, é gestor e sócio da escolinha de base do Azuris da Capital em Bandeirantes (PR). Um jogo que ficou em sua memória foi atuando pelo Goiás, em uma partida contra o Galo Mineiro, pela Copa do Brasil de 2012.
“Causos do União”
Por Evandro do Filtro
Era 02 de setembro de 1985. Coritiba 4 x 0 União Bandeirante
Local: Estádio Antônio Couto Pereira (Curitiba), tendo como juiz: Tito Rodrigues; Público: 1.387. Gols: Edson 4min, Indio 9min, Macalé (contra) 25min e Indio aos 30min do 2º.
CORITIBA: Rafael, André, Gomes (Vavá, 20 do 2º), Heraldo e Zé Carlos; Almir, Marco Aurélio (Marildo, 20 do 2º) e Tóbi; Lele, Indio e Edson. Técnico: Enio Andrade.
UNIÃO BANDEIRANTE: Devanir, Éder, Alves, Pivê (Dudu, 5 do 2º) e Macalé; Chicão, Jair e Biro-Biro; Tadeu, Carbonera e Luis César (Pateta, 30 do 2º). Técnico: Geraldo Roncaro.
Era o final da década de 60, entre 1967 e 1968, um período em que o futebol paranaense fervilhava de rivalidades e parcerias inusitadas. O professor Carlos Roberto, o querido Carlão, guarda na memória os detalhes de uma união histórica: para enfrentar o então campeão estadual em Curitiba, as forças do Norte se fundiram. Londrina e União fizeram uma fusão de seus elencos para aquele amistoso na capital.
O palco da preparação foi o lendário Estádio Vitorino Gonçalves Dias, o VGD. O professor Carlão lembra bem daquele treino específico que ficou gravado em sua história pessoal. O lance começou em um escanteio. Nondas, com a precisão de quem conhece o atalho da bola, cobrou com perfeição. Carlão não esperou a bola tocar o chão; armou o corpo e, em um movimento plástico de puro instinto, desferiu um voleio “sem pulo”. A redonda viajou certeira, morrendo no ângulo, sem chances para o goleiro Neneca, que na época defendia as cores do Londrina e assistiu ao golaço de dentro das redes.
A beleza do lance foi tamanha que rompeu a formalidade do treino. O presidente Serafim Meneghel, que acompanhava tudo da lateral do campo, não se conteve. Assim que a atividade encerrou, ele atravessou o gramado com passos largos e um sorriso no rosto. Foi direto ao encontro do professor, envolvendo-o em um abraço caloroso e emocionado!
Nos campos de terra e grama baixa de Itambaracá, nos anos 70, o futebol amador era assunto sério e carregado de brio. O seo Sérgio Menegasso conta que defendia com orgulho as cores do Itambaracaense, o famoso time do “Pó de Arroz”. Em um domingo que prometia ser memorável, o desafio era contra o respeitado esquadrão da Usina Bandeirantes. Seo Sérgio, atacante liso e de drible fácil, ocupava a frente do ataque. Do outro lado, guardando a defesa com a autoridade de quem não aceitava desaforo, estava ninguém menos que o seo Serafim Meneghel.
O jogo seguia disputado, lance a lance, até que a bola encontrou os pés de seo Sérgio. Com um toque sutil e rápido, passou a bola por entre as pernas do seo Serafim. Uma “caneta” limpa, desconcertante, daquelas que fazem a torcida suspirar e o marcador perder o chão. O lance, porém, teve um preço. Seo Serafim, um zagueiro que prezava pelo respeito e pela imposição física, sentiu o golpe. A partir daquele momento, o jogo mudou de figura para o defensor. Conta o seo Sérgio, entre risos, que o semblante de Serafim fechou e ele passou o restante da partida “caçando” o atacante. Até o apito final, foram várias as tentativas de acertar a “botina” e dar o troco no abusado artilheiro. É uma história eterna de quem ousou desafiar o lendário Serafim Meneghel com um drible de mestre!
Corinthianos amigos meus que voltaram a ser campeões depois de longos e intermináveis 41 dias!






É amigos corinthianos! O roteiro parecia desfavorável, mas o timão provou mais uma vez por que a palavra “impossível” raramente se aplica à sua história. No último domingo, o Estádio Mané Garrincha, em Brasília, foi palco de uma demonstração de resistência: o Corinthians superou o Flamengo e conquistou o título da Supercopa Rei. E a vitória começou a ser desenhada longe dos holofotes. Na véspera do jogo, um surto de virose atingiu o elenco alvinegro, colocando em dúvida a condição física de peças fundamentais. O cenário era alarmante, especialmente diante de um adversário com um dos investimentos mais altos do continente.
Mas dentro de campo, o que se viu foi um domínio corintiano. Com uma postura estratégica e muita entrega, a equipe ignorou o mal-estar e o favoritismo financeiro do rival. O Corinthians controlou as ações, ditou o ritmo e não deu chances para a reação rubro-negra.
Ao erguer a taça, o grupo reafirmou a mística do clube: a capacidade de transformar dificuldades em combustível para novas conquistas!
Homenagem em caricatura

Cobrinha, natural de Jacarezinho que trabalhou por muitos anos no Matsubara, teve a sua caricatura desenhada no muro do Estádio Municipal Pedro Vilela, sua cidade natal, como uma forma de homenagem.




