Família ECEL
Desde que as aulas foram suspensas para conter a disseminação do novo Coronavírus (Covid – 19), escolas de todo país começaram as organizações para o desenvolvimento das atividades remotas. Algumas, que já contavam com um sistema de ensino que propiciava ferramentas de tecnologias da educação e metodologias ativas tiveram um pouco mais de tranquilidade do que outras, estão se adequando e enfrentando o desafio dos novos tempos. Diante desta nova perspectiva, mais do que nunca, a parceria com as famílias se tornou fundamental para garantir que crianças e adolescentes continuem se desenvolvendo.

Se de um lado as escolas precisam se reinventar em tempo recorde, do outro, as famílias também precisam lidar com questões novas, como as dúvidas na hora de orientar os filhos com atividades, a ausência de equipamentos ou conectividade, insegurança em relação ao futuro e até mesmo a dificuldade de conciliar o trabalho em casa com o tempo demandado para acompanhar as crianças. Para a psicopedagoga e Diretora Geral do Colégio ECEL (unidades em Bandeirantes e Uraí), Professora Joelma Almeida, o momento é desafiador para todos. Mas destaca que a determinação na educação de qualidade, a eficiência dos professores em buscar as habilidades em mídia e educação, a agilidade nas implementações das iniciativas didáticas e o processo dialógico constante com os pais podem ser os caminhos exitosos. “Frente aos novos desafios que vivemos, a esta pandemia, exige-se estratégias, respostas rápidas e muita flexibilidade de todos os lados. O elo entre família e escola se tornou muito mais forte, em que a preocupação maior é tentar manter viva a educação que é a alma da sociedade, dando continuidade aos processos”, destacou.
É neste norte que o Colégio tem permeado, com eficiência, neste momento. A instituição não parou suas atividades, nem adiantou férias. Logo após as determinações das autoridades de saúde e as orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde, os proprietários da instituição, Professora Suely Aparecida Guerra Dias e Dr. José Carlos Dias Neto, determinou a paralisação e iniciou, imediatamente, canais de comunicação com os pais, para orientação e tranquilização. Foram vários boletins informativos e muitas reportagens, além de comunicações em aplicativos interativos com os alunos e professores. As aulas continuaram, de forma remota. Para isso, o Colégio que já tinha disponibilizado o Positivo On, uma plataforma moderna de interações educativas, ampliou o uso. Os professores também se adequaram rapidamente às novas tecnologias. As aulas, diárias, passaram a acontecer, diariamente, via programas como Zoom e Google Meett, seguindo o conteúdo programático do material didático. Eles também estão criando vários projetos e aulas diferenciadas, com o objetivo de ampliar os processos de aquisição de conhecimentos.
O PAPEL DOS PAIS – Mas não é só na escola que os processos de reestruturação e adequação estão ocorrendo. As famílias também estão vivenciando as complexidades da situação. É justamente por isso que o Colégio ECEL tem trabalhado uma comunicação muito eficiente com os pais, através da disponibilização de orientações, palestras virtuais, diálogos constantes nos aplicativos de interação. “É preciso abrir canais. É o tempo da comunicação ampliada, das ferramentas dialógicas dinâmicas aplicadas com os alunos para modernizar os processos de ensino – aprendizagem. Mas também é importante e necessário manter e ampliar as estruturas de conexão com as famílias. Elas também estão sofrendo as complexidades e os receios do novo tempo. No Colégio ECEL, esse também é um dos nossos focos de reflexão e ação”, destacou o jornalista e professor Tiago Dedoné, coordenador do Núcleo de Comunicação da instituição.
A Proprietária do Colégio, Professora Suely, reforça que é preciso estar sempre estabelecendo canal de escuta para ouvir demandas específicas que possam surgir em cada família. É uma ação humanizada, de respeito aos pais que estão vivenciando a realidade situacional também. Tem famílias cujos pais não trabalham fora; outras, o pai ou a mãe não estão em casa. Então, o papel da escola é de apoio, afinal de contas é uma relação de parceria constante nos processos de educação. “A família também desenvolve a aprendizagem nesta parceria com a escola, pois ela prepara a criança para a alfabetização, para o desenvolvimento de hábitos coerentes com os exigidos na escola ou na sociedade, quer seja pela conversação ou pela formação do comportamento. A família também é uma agência de socialização e de aprendizagens. Em contrapartida, a a escola completa e alinha a expectativa da família, oferecendo boas condições de aprendizagem e desenvolvimento do aluno. No momento em que vivemos, isso se faz de maneira mais marcante, pois a escola precisa desenvolver as propostas pedagógicas. Mas só é possível, se houver esta parceria com a família. Por isso, valorizamos muito esta parceria no nosso Colégio”, destacou.
O Colégio ECEL é uma das maiores referências educativas na região. Há 30 anos trabalhando a construção de uma educação de excelência, a instituição é conveniada ao Sistema Positivo de Ensino há 25 anos. Com professores – especialistas (especialistas e mestres), o Colégio é referência de vários projetos pedagógicos diferenciados. (Da assessoria).




