O tradicional Desfile Cívico teve que ser adiado devido às chuvas que ocorreram no dia da comemoração da Independência do Brasil

O tradicional Desfile de 7 de Setembro foi realizado em Bandeirantes no último domingo (11). A comemoração teve de ser adiada devido ao mau tempo que ocorreu na data festiva da Independência do Brasil.

As escolas da rede pública municipal e estadual, particular, escola especial como a Pequeno Príncipe da Apae, realizaram belíssimas apresentações, com os alunos animados e os professores e funcionários participando ativamente. Além dos estabelecimentos da educação infantil, fundamental e médio, superior também esteve presente, como a Unopar.

Os jovens militares do Tiro de Guerra desfilaram assim como os participantes do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) do município; pais, mães e crianças da Associação Anjo Azul, dentre outras instituições e entidades que prestaram homenagens a nação brasileira, que teve início às 9h, e percorreram pelas principais ruas do centro da cidade.

O prefeito Jaelson Matta ressaltou a importância do evento cívico realizado na cidade e disse que “preparamos um desfile especial para que a comunidade pudesse apreciar uma apresentação bonita, afinal, este é o primeiro desfile pós-pandemia”, destacou o prefeito. (Redação e fotos Humberto Luiz dos Santos)

DESFILE 7 DE SETEMBRO – No dia 7 de Setembro é comemorado o Dia da Independência do Brasil. Foi o dia em que o país deixou de ser colônia portuguesa para se tornar um império. Diversas comemorações costumam ocorrer pelo Brasil, entre elas, os desfiles cívicos.

INFLUÊNCIA DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL – Posteriormente, nas décadas de 1920 e 1930, as comemorações ganharam ainda mais força. De acordo com o historiador Francisco Braun, após a Primeira Guerra Mundial houve uma preocupação em formar exércitos para defender a nação. As escolas acabam fazendo parte desse processo. “O desfile cívico com uma característica mais militar é algo que se inicia na década de 1920, muito influenciado pelo fim da Primeira Guerra Mundial”, diz Braun.

Segundo o historiador, o desfile cívico vai se intensificar na Era Vargas, durante a década de 1930 e, sobretudo, no Estado Novo, depois de 1937. As comemorações do Dia da Independência o se mantêm vivas até os dias atuais, seja com o uso das cores verde e amarela, no hino nacional ou nos próprios desfiles cívicos. O Dia 7 de Setembro aflora o sentimento de orgulho e amor à Pátria. (Fonte: ND+)








