Neste domingo, dia 14 de novembro de 2021, Bandeirantes completa 87 anos de emancipação político-administrativa.
Os dois últimos anos não houve muito a se comemorar, afinal, a pandemia da Covid-19 afetou sentimentos e a vitalidade de muitos munícipes, gerou medo, receios, incertezas, provocou perdas, tristezas.
Um levantamento da SESA (Secretaria de Estado da Saúde), realizado nesta quinta-feira (11), mostra que 344 municípios do Paraná não registraram óbitos em decorrência da Covid-19 em novembro. Os dados consideram os dez primeiros dias do mês e representam 86,2% do Estado. Aparentemente a vida está caminhando a uma possível ‘normalidade’ desde o início da vacinação, contudo ainda não se pode descuidar dos hábitos principais de higiene: álcool gel e máscara.
O que a pandemia trouxe e as sequelas que ela deixou dentro da nossa comunidade já fazem parte da história de Bandeirantes. Mesmo quando houve momentos de perplexidades e de algumas vezes de intolerância por parte de algumas pessoas, ainda assim, os bandeirantenses fizeram a sua parte e pensaram no conjunto. Foi a empatia falando mais alto, ou seja, a identificação, a compreensão sobre o ser humana se manifestando, a pessoa se colocando no lugar da outra.
Comemorar o aniversário da cidade é olhar para trás. Relembrar e conhecer o próprio passado. Qual a pessoa que não gosta de saber sobre sua própria história de vida?
É por isso a importância de criar raízes. Sempre é preciso olhar para trás e buscar garantir e promover para as futuras gerações, aos nossos descendentes, um lugar tão melhor quanto ao que nós recebemos dos antepassados. É, com certeza, uma missão que cabe a cada cidadão bandeirantense, que aqui produz, que aqui vive e que aqui deixará para seus filhos, netos e bisnetos, sua herança de um lar promissor.
Esse sentimento de orgulho, de amor a sua terra e a sua gente, são valores verdadeiros e ideais saudáveis que devem ser cultivados nos bandeirantenses. O resultado com isso é mais entusiasmo, mais determinação e mais energia, fundamentais para alcançar os objetivos para diminuir o ser individualista e ampliar a consciência do ser coletivo. A cultura da vida comunitária quando ‘o que é bom para todos, é bom para mim’ deve ser mais valorizada, para provocar bons e positivos resultados em seus semelhantes.
As cidades nada mais são que grandes organismos vivos, formado por pessoas que estão em permanente evolução, e se tornam solidárias quando seus moradores, que são atores principais, colocam o bem comum em prática. Utopia? Pode ser para os mais céticos e descrentes, negativistas; já para outros, estes querem construir um futuro e uma cidade cada vez melhor, querem apenas que cada um de seus cidadãos sejam, estes sim, todos, verdadeiramente importantes.
Bandeirantes é uma cidade que recebe e acolhe a todos sempre de braços abertos. E a cada novo cidadão que chega ou nasce, compartilha, compõe e constrói a sua história aqui.
É com orgulho que em cada página impressa do Jornal Folha do Norte, e agora de forma digital também, chegamos aos 13 anos dos 87 da cidade de Bandeirantes, com respeito e credibilidade conquistados pelos leitores e por cada cidadão.
Salve! Salve! Bandeirantes! Parabéns a todos!




