(Redação com informações assessoria) – A Defesa Civil e o Setor de Assistência Social do Município de Bandeirantes estiveram participando em Curitiba esta semana do curso de Intervenção e Gestão em Desastres. A iniciativa, realizada no Teatro Guaíra, visa qualificar gestores municipais para responderem com rapidez, integração e segurança jurídica a eventos climáticos extremos, que têm se tornado cada vez mais frequentes em todo o Paraná.

Segundo o coordenador da Defesa Civil de Bandeirantes, Richard Damasceno, a necessidade de uma atuação conjunta entre o socorro imediato e a assistência social é fundamental para que a ‘ponta’ do atendimento funcione. “Capacitações como essa garantem que o município esteja cada vez mais preparado para agir com rapidez, organização e eficiência na proteção da população”, destacou. A diretora de Programas Sociais, Wanda Storer, também participou do curso.


PREOCUPAÇÃO DO ESTADO E O CENÁRIO – A mobilização do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef) e da Defesa Civil, reflete uma preocupação crescente com as estatísticas. Somente em 2025, o Paraná registrou 574 ocorrências em 246 municípios, sendo vendavais e enxurradas os principais problemas.
O objetivo central é reduzir erros administrativos e garantir que os recursos do Fundo Estadual para Calamidades Públicas (Fecap) cheguem sem entraves burocráticos às famílias atingidas. O coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig, enfatizou que o conhecimento técnico é a principal ferramenta de socorro. “Esse entendimento sobre como funcionam os processos é essencial para o planejamento das prefeituras. Temos condições de auxiliar com orientações e recursos, mas quem está na ponta precisa ter bom conhecimento das ferramentas”, afirmou Schunig.

FISCALIZAÇÃO E TRANSPARÊNCIA – Além do suporte operacional, o evento destacou a importância da prestação de contas e do cumprimento da legislação. O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR), representado pelo coordenador-geral de Fiscalização, Rafael Ayres, validou a importância da iniciativa diante da crise climática. “É fundamental que os municípios estejam preparados para mitigar os efeitos de tudo o que vem acontecendo”, pontuou Ayres, classificando a formação como “magnífica e oportuna”.

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