Membros do Conseg durante a reunião de março - 2022

O Conseg de Bandeirantes se reuniu no último dia 07 e discutiu várias pautas de interesse e relacionadas a comunidade. O objetivo do Conselho é dar apoio às forças policiais e aos órgãos de fiscalização, além de debater, planejar, analisar e acompanhar as soluções dos problemas que refletem na segurança e qualidade de vida dos moradores.

O presidente do Conselho, Nelson Santos, e os membros efetivos debateram sobre os problemas relacionados à comunidade, como a dengue, coronavirus e problemas de trânsito, que já são corriqueiros no Município.

DENGUE – De acordo com Nelson Santos, existe, no município de Bandeirantes, muitas casas abandonadas, e isso acaba gerando diversos problemas, como acúmulo de lixo, criadouro de animais peçonhentos, além de pontos para uso de drogas e de prostituição. Há ainda, terrenos abandonados e com mato alto. “A fiscalização foi cobrada, assim como uma campanha de conscientização junto da população sobre a limpeza das casas e terrenos. Os responsáveis da Vigilância Sanitária se comprometeram a organizar a fiscalização e a campanha”, mencionou.

CORONAVÍRUS – Apesar da queda no número de casos, os membros do Conseg entendem que é necessária uma fiscalização mais rígida, principalmente, em relação ao uso de máscaras. “As pessoas estão com a falsa sensação de que a pandemia acabou, e isso está longe de acontecer. Ainda temos vários casos no município e não é hora de flexibilizar. Sabemos que a noite a Vigilância Sanitária não realiza fiscalizações, mas quando se é liberado um evento, em que menores ainda não foram vacinados estão, tem que haver uma forma de fiscalizar”, enfatizou.

SOM ALTO – O assunto que já foi discutido em outras ocasiões novamente retornou em pauta. O que ficou determinado agora é que o som não deve ser ouvido ao lado de fora do carro. “O som incomoda sim, e agora ele deverá ser ouvido apenas no interior do veículo, porque sabemos o quanto um som alto atrapalha”, afirmou Santos.

Em relação as motos, principalmente de entregadores, a reclamação é sobre a velocidade que eles pilotam e também por não respeitar a sinalização de trânsito. “Quando eu encontro um entregador furando o sinal, eu buzino, mas eles não respeitam não”. (Da redação / Fotos assessoria)

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