No último sábado, dia 16, foi marcado pelo encerramento do projeto “Arte em Ação”, vinculado à Igreja Comunidade Vida e Esperança em Bandeirantes. O evento contou com apresentações, brincadeiras e a entrega de prêmios, celebrando os resultados alcançados ao longo do ano.

Iniciado em 2019 com foco em desenho e pintura, o projeto evoluiu significativamente durante o ano de retomada pós-pandemia em 2023. Thiago Rossini, o coordenador do projeto, avaliou positivamente esse período. “Foi um ano muito positivo, iniciamos com aula de desenho e pintura e ao longo do ano, inserimos aulas de inglês, jiu-jitsu e violão, todas com excelente aceitação. Estamos encerrando 2023 com quatro modalidades e a perspectiva é de ampliar o número de alunos e oficinas para o ano de 2024”.

Entre as diversas modalidades oferecidas, a aula de violão ganha destaque. Gilmar Silva Santos Filho, professor de violão, compartilha o sentimento de ser voluntário do projeto. “É um sonho realizado, agradeço a Thiago por me convidar.  A aula é bem divertida, trabalhamos a teoria, sempre focando nas notas e nas canções, tornando a experiência bastante prazerosa para os alunos”, disse.

Cristiano Monteiro, pai de um dos alunos, menciona a evolução de seu filho Muriel, especialmente na aula de Jiu-Jitsu. “Ele está se soltando mais, fazendo mais amiguinhos. Acredito que projetos como esse são essenciais para tirar as crianças das ruas e proporcionar aprendizado positivo, melhorando a socialização”, relatou.

Thiago compartilha as projeções para o próximo ano, visando a inclusão de novas oficinas como edição de imagem e vídeo, além de informática básica. Quanto à faixa etária, o projeto é inclusivo, com aula de desenho sem limite de idade e outras modalidades abertas para diferentes faixas etárias.

Ao finalizar, Thiago faz um convite aberto à comunidade de Bandeirantes. “Você pode vir aqui conosco e aprender desenho técnico. Tenho certeza que você vai gostar bastante. Também temos a aula de jiu-jitsu de 5 a 15 anos, a de violão é de 5 em diante, e a de inglês também. A única restrição, por enquanto, é jiu-jitsu, até 15 anos, por uma questão de espaço, que estamos planejando expandir para incluir mais modalidades e atender todas as faixas etárias”. (Por Carla Diniz)

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