Uma das propostas de ensino do Colégio Maximus é fazer do conhecimento um laboratório de investigação científica. Durante uma atividade desenvolvida pelos alunos do 7º ano, orientados pela professora Lorena, os estudantes mergulharam no estudo da sismologia. O objetivo foi de compreender a ocorrência de abalos sísmicos no Brasil e desconstruir a ideia de que o país está imune a terremotos.
Utilizando ferramentas digitais de geolocalização, os alunos mapearam registros recentes de tremores em diferentes regiões do território nacional. A atividade evidenciou que, embora o Brasil esteja situado no interior de uma placa tectônica, o que reduz a ocorrência de terremotos de grande magnitude, abalos sísmicos acontecem com relativa frequência, ainda que de forma mais branda.
Além da análise dos dados, a proposta pedagógica também incentivou a reflexão sobre a relação entre ciência e sociedade. Durante a aula, os estudantes discutiram a importância de políticas de planejamento urbano e de normas adequadas na construção civil como medidas fundamentais para reduzir possíveis impactos causados por fenômenos naturais.
De acordo com a professora Lorena, a iniciativa teve como foco o desenvolvimento do pensamento crítico e a capacidade de interpretação de dados, aproximando o conteúdo teórico da realidade dos alunos.
Segundo a CEO, Anna Karina Von Der Osten, a atividade reforça a proposta educacional do Colégio Maximus de promover um ensino dinâmico e conectado com o cotidiano, mostrando que a ciência vai além da sala de aula e desempenha papel essencial na formação de cidadãos mais conscientes e preparados.




