De volta aos gramados? Conversando com o goleiro Edivan (ex-Sagae), o mesmo disse que quer voltar ao futebol. Indiquei os “velhinhos” lá do Palmeirinhas aos domingos de manhã. O “home” gostou da ideia.
*Seleção Brasileira: A Seleção voltou a campo nesta última terça-feira contra a Croácia. O engraçado é que jogos contra fortes seleções são sempre fora do país, principalmente nos Estados Unidos. Para “encher um pouco de linguiça”, a turma marcou um amistoso no Maracanã contra a seleção do Panamá antes do embarque para a Copa. É chamar o torcedor de “trouxa”. Além disso, há quanto tempo não temos mais aquela empatia e carinho pela nossa Seleção?

– Mini Copa: Tudo leva a crer que teremos, finalmente, o segundo jogo da final da Mini Copa no próximo domingo, em Ribeirão Claro/PR. Já está se perdendo “o encanto” daquela expectativa que existia há uns dias… Tomara que seja agora no próximo domingo. Isso se a equipe de Ribeirão não entrar com mais nenhum recurso requerendo os pontos da primeira partida.
– Copa Dona Lucinda (Futebol de Base) – CREM. Os resultados: União Itapeva 4 x 0 Salto do Itararé (Sub-14); União Itapeva 2 x 1 Salto do Itararé (Sub-11); União Itapeva 2 x 0 Cambará (Sub-16); União Itapeva 3 x 1 Salto do Itararé (Sub-12).
Causos do União
Especial por Walter de Oliveira
Foi num campeonato estadual da década de 70, que o “Caçula Milionário” enfrentou o também famoso Cascavel Futebol Club, no seu próprio gramado. Aquele tempo, era ainda diretor de esportes do União, Aparecido José Zavan (o primeiro a exercer esse importante cargo, depois – e até a extinção do time – entregue aos cuidados do competente Nelson Santos, de saudosa memória). Além da excelente pessoa e profissional que era, Zavan gozava da total confiança do presidente Serafim Meneghel, tanto, que até a sua assunção no referido cargo no clube, ele respondia pelo almoxarifado da Usiban. Todavia, por capricho do acaso (ou fruto de outra fortuidade), ele teve envolvimento com alguém que comercializava (via Foz do Iguaçu) a droga denominada “Preludim”, que dentre outros efeitos orgânicos, era classificado como “doping”.
“Pego em flagrante”, perdeu a liberdade e a justiça o condenou à reclusão por alguns anos. A notícia caiu como “uma bomba” na imprensa falada, escrita e televisiva, e embora nenhum dos muitos exames antidoping jamais tenha detectado qualquer traço da droga em jogadores do time, havia (como sempre) os caluniadores, que se encarregavam de dizer que os jogadores do União atuavam “dopados”. E foi assim, que nessa partida em Cascavel, a própria Folha de Londrina estampou a manchete, na qual “pegou carona” com a já conhecida história do “tiro na bola” numa cobrança de pênalti em Bandeirantes e estampou: UNIÃO DIZ QUE GANHARÁ NA BOLA, NA BALA OU NA “BOLINHA”, numa explícita referência ao uso do Preludim pelos jogadores bandeirantinos”. “O União ganhou, e os exames antidoping provaram que “foi na bola”.
Homenagem ao saudoso Serginho “Lelé”
Especial por Walter de Oliveira
Era final da década de 70 e princípios da de 80 (não dá pra dizer com certeza), e Sérgio Biaggi (mais conhecido por Serginho Lelé), integrava com brilho, garbo e competência a equipe profissional do clube da “Cidade do Açúcar” (a Usiban já está processando a sua 83a e ininterrupta safra de açúcar e álcool, desde a 1a, em 1943).
Serginho, se não me engano, o primeiro “prata da casa” a fazer parte da escalação do “Caçula Milionário”, cobrindo toda extensão da lateral esquerda do gramado; depois, outros “pratas da casa”, viriam compor o escrete, como o valoroso João Cesco e outros.
À época, respondia pela direção técnica do União, ninguém menos que o bicampeão mundial Nilton de Sórdi, que desde os seus tempos de zagueiro central do time, tinha a estima e também o respeito de todos os atletas, eis que era o seu braço que ostentava o bracelete de “capitão”.
E desde esse tempo, De Sordi não misturava amizade e companheirismo com o trabalho.
Hora de se confraternizar e divertir, vamos a isso; hora de trabalho, trabalho.
E à ocorrência de uma “quebra de protocolo”, a “concentração” se dava nas dependências do prédio que o presidente Serafim Meneghel mandara construir na Fazenda Ingazão, em Andirá (bem parcas em mordomias), ao invés das dependências”5 estrelas”, da “república” da sede do clube na avenida Bandeirantes.
E é aí que o Serginho “ficava no prejuízo”.
À ausência de “mancadas” (vamos chamar assim as “quebras de protocolo” nos treinos preparatórios), e com as “concentrações” na sede (Bandeirantes), De Sordi “premiava” Serginho (e outros atletas), com autorização de ir com a namorada ao cinema (ou a um aniversário, ou mesmo um mero “encontro’ com a amada), desde que até às 22:30 horas estivesse de volta à república para o necessário repouso.
Mas, não por uma, senão várias vezes, um atleta infringia uma regra no treino, e pronto: o “inocente pagava pelo pecador”, e a “concentração” mudava pra Fazenda Ingazão; aí, adeus cinema com a namorada e tudo mais.
De outros jogadores não digo, que vieram a “amargar” essa penalidade, mas quanto a Serginho venho de saber agora que tal aconteceu mais de uma vez.
E quem me revelou o fato (em agradável conversa em sua residência sábado último), foi dona Marisa (então namorada do atleta), que veio a ser a senhora Sérgio Biaggi, mãe do médico Paulinho e do comerciante Airton (in memoriam), do representante comercial Antônio (popular Tonhão) e da Tais – Senhora Patrick Ferro.
Por conta disso é que Serginho vivia de eterna “bronca” com os companheiros de equipe, que responsáveis pela mudança de muitas “concentrações” do time para a Fazenda Ingazão, lhe roubaram deliciosas noites de idílio.
E Serginho tinha razões de sobra para essa “contrariedade”, pois pra quem bem se lembra da sua “musa” de então (e que ainda guarda traços fisionômicos da juventude), ela fazia jus à beleza que então se atribuía às seis irmãs Martins Delgado/Salamanca, das quais Gerônima (Gerominha), mãe de dona Marisa, era a caçula. (É oportuno lembrar, que o sogro de Serginho, era Mário Luciano, o famoso “Cutuca”, que deu muitas alegrias aos torcedores do Guarani Esporte Clube (primeiro time bandeiratino de futebol – antecessor do União Bandeirante -, e do qual ele era “ponta de lança”.
E com mais este, dois outros “causos do União”, ficam incorporados à coleção do amigo Evandro Jorge.
Que Fim Levou?

3 títulos! Isso mesmo! 3 títulos!
Foi duas vezes campeão do “35” e uma vez campeão do “Livre” pelo time do Léozão, lá no Guaíra Clube de Campo. Tetola (ou Pitoco, como queiram) também chegou a atuar no time do Resto do Mundo, sob o comando do técnico Ni.
Revelado nas categorias de base da Nata Top, Tetola não atravessa um bom momento. Com a contratação do goleiro Lobão pela equipe do Amigos do Léozão para esta temporada, Tetola “amarga” o banco de reservas e, em alguns casos, nem sequer vem sendo relacionado. Tetola tem como grande ídolo o goleiro André da Linguiça (ou Muralha, como queiram). Conversando com a sua empresária e procuradora, Dona Madalena Bansho (lá da Super Cap), a mesma afirmou no início da temporada que Tetola teria recebido propostas de todas as equipes que disputam o Campeonato Livre do Guaíra este ano, mas preferiu ficar no time do Léozão. Atualmente, Tetola é funcionário da empresa Super Cap, em Bandeirantes/PR.
A bola rolou no Guaíra
E no Guaíra Clube de Campo, a bola rolou neste final de semana com os seguintes resultados: Bitech 2 x 5 Amigos do Léozão; Digital 2 x 0 Amigos do Ceará; Ótica Clara e Ana 2 x 0 Tubo no V.
O destaque da rodada foi a estreia do centroavante Kukinha “Cabeça de Hipopótamo”, que fez três gols em sua estreia pela equipe do Léozão. O artilheiro da competição é o Paquetá da Ótica, com 6 gols.
Na próxima rodada teremos: Tubo no V x Dog (1º jogo); Amigos do Ceará x Amigos do Léozão (2º jogo); Ótica Clara e Ana x Bitech










