As famílias que foram afetadas pelas enchentes no início de março em Bandeirantes receberam do Rotary Club de Bandeirantes móveis, eletrodomésticos, kits de higiene e limpeza. A entrega aconteceu na manhã de segunda-feira (29) e contou com a presença de algumas das famílias beneficiadas.

De acordo com a presidente do Rotary de Bandeirantes, Ivanilde Messias, o Rotary Internacional designou o valor de auxílio em R$ 130 mil para ajudar as vítimas que ficaram desalojadas com o desastre provocado pelas fortes chuvas. “Quando soubemos na época das ocorrências e situações das famílias, nos reunimos e juntamos R$ 15 mil através de Pix, e com isso, somado ao recurso do Rotary Internacional, ao todo, alcançamos montante de R$ 145 mil para adquirirmos as necessidades básicas para mobiliar um imóvel. Sabemos que 27 famílias serão atendidas e receberão guarda-roupas, armário de cozinha, geladeira, máquina de lavar e um micro-ondas. Se caso a família já tiver tais mobílias e eletros, a Prefeitura, que é responsável pelo cadastro dessas famílias e pelos bens, recolherá o que estiver na casa e encaminhará para uma outra família necessita”, ressaltou Ivanilde.
O governador do Distrito 4710 do Rotary Internacional, Paulo Balla, acredita que pelo menos 35 famílias serão contempladas. “Como algumas famílias já receberam doações logo após as enchentes, doaremos o que eles tiverem em casa para uma outra família, e assim, mais gente será beneficiada. A Prefeitura será encarregada dessa organização e controle social”, explicou.
O secretário de Assistência Social, Reginaldo Francisco da Silva, ressaltou que essa ação vem de encontro aos trabalhos que a Secretaria já vem realizando desde que assumiu a pasta, logo quando ocorreram os desastres das inundações no Município. “Passamos por momentos difíceis e essa ajuda é muito importante. As famílias serão visitadas e então atendidas”, afirmou.
Para finalizar, o prefeito Jaelson Ramalho Matta, lembrou que a cidade sofreu por dois finais de semana seguidos com as chuvas que caíram sobre o Município na época. “Fomos pegos de surpresa com essas enchentes e acolhemos 27 famílias com o aluguel social que deve ser pago por seis meses, e pode ser prorrogado por mais seis meses, porém, caso a construção das casas demore mais de um ano, a Prefeitura poderá arcar com essa despesa”, explicou Jaelson. (Redação)




